Quem sou eu

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guaruja, sao paulo, Brazil
apenas uma amante do belo e inusitado,que gosta de estar sempre integrada a novidades uma pessoa feliz que ama a natureza e principalmente a tudo que tem relaçao com artes ,enfim adoro o calor humano.

sábado, 7 de janeiro de 2012

Aqui estou... Aqui estou... Debruçado nesta extrema emoção inquieta! Aqui me presto em ser quem sou junto da poesia. Já me sinto ser capaz de olhar ao espelho E dizer “sou eu!”... Forjado na sincera ânsia dimensionada Da louca sensatez de um poeta. Sinto-me refém da escrita!... Viciado nas letras que me assaltam o pensamento Onde trafego dentro das veias, Os venenos das paixões No quente e rubro sangue Que me fervilha inquietude a cada momento. Poderei até quem sabe um dia, Ser como um céu de Deus... Infinito!... Ou apenas poderei ser o que mais ninguém é; Um eco no fundo do nada, esquecido, Ou um solitário instante na boleia do vento. Serei apenas tudo dentro de mim No silencio do meu grito. Não deverei pensar somente Que sou tudo aquilo que alguém pensa!... (Pois talvez o seja realmente!) Estando eu tão rodeado de mim, Sinto as severas prisões da liberdade! Sinto que não enxergo mais nada Para lá das grades das almas Que me vestem de sombras nas vagas calmas De um azul chão, da minha encrespada missão. Só já sinto esta obrigação de mim próprio Que me acarreta e me cicatriza a carne Que um dia será apenas pó. Já não sei se sei ser mais real! Não porque pense ser imortal, mas porque sonho! E o que seria dos homens sem sonhos? O que seria de uma corrida sem ter meta? Eu ainda vivo sonhando nos devaneios da poesia... Em poesias de várias cores e sabores Poesias de dores (as minhas dores) ou dos amores, Num céu repleto de ninfas e utopias de alegrias. Poesias, tristezas, alegrias e mais poesias, A alma do verdadeiro sonhador Exposta em cada momento do seu imprevisto tempo. Sei que um dia, serei apenas uma mera recordação, Ou como um mito, uma ilusão... Um fim de um sonho lindo, Ou um ultimo verso de um poeta! Paz, amor e muita saúde para todos vós amigos! Bem-hajam! -Moisés Correia-

Aqui estou...



Aqui estou...
Debruçado nesta extrema emoção inquieta!
Aqui me presto em ser quem sou junto da poesia.
Já me sinto ser capaz de olhar ao espelho
E dizer “sou eu!”...
Forjado na sincera ânsia dimensionada
Da louca sensatez de um poeta.
Sinto-me refém da escrita!...
Viciado nas letras que me assaltam o pensamento
Onde trafego dentro das veias,
Os venenos das paixões
No quente e rubro sangue
Que me fervilha inquietude a cada momento.
Poderei até quem sabe um dia,
Ser como um céu de Deus... Infinito!...
Ou apenas poderei ser o que mais ninguém é;
Um eco no fundo do nada, esquecido,
Ou um solitário instante na boleia do vento.
Serei apenas tudo dentro de mim
No silencio do meu grito.
Não deverei pensar somente
Que sou tudo aquilo que alguém pensa!...
(Pois talvez o seja realmente!)
Estando eu tão rodeado de mim,
Sinto as severas prisões da liberdade!
Sinto que não enxergo mais nada
Para lá das grades das almas
Que me vestem de sombras nas vagas calmas
De um azul chão, da minha encrespada missão.
Só já sinto esta obrigação de mim próprio
Que me acarreta e me cicatriza a carne
Que um dia será apenas pó.
Já não sei se sei ser mais real!
Não porque pense ser imortal, mas porque sonho!
E o que seria dos homens sem sonhos?
O que seria de uma corrida sem ter meta?
Eu ainda vivo sonhando nos devaneios da poesia...
Em poesias de várias cores e sabores
Poesias de dores (as minhas dores) ou dos amores,
Num céu repleto de ninfas e utopias de alegrias.
Poesias, tristezas, alegrias e mais poesias,
A alma do verdadeiro sonhador
Exposta em cada momento do seu imprevisto tempo.
Sei que um dia, serei apenas uma mera recordação,
Ou como um mito, uma ilusão...
Um fim de um sonho lindo,
Ou um ultimo verso de um poeta!


Paz, amor e muita saúde para todos vós amigos!
Bem-hajam!
                                                                           post de-Moisés Correia-
Nos desplantes das eras...
Nos desplantes das eras,
Terras de deus
São fecundos e inconstantes os meus dias...
Pelos mundos de cansaços
Aos meus olhos já ateus
Por sempre recordar os teus,
   Estadeados em alegrias.   
             
Porque me dás tu meu Deus,
Tantas nostalgias?
Tantos dias complexos
De múrmuros meus...
Por esse amor que já partiu
Cheio de taras e manias
Repletos de covardias,
E sem dizer um único adeus?  
   
Ó meu Deus!...
Não causes aos meus tempos mais saudade!
Traz-me os ventos por inteiro,
Sementes e amor de verdade
E leva-me pelas mãos da morte
Toda a sorte de agonias...
                                                  
Faz os ventos levantar as pedras,
Os gestos e as palavras sem destino.
Faz os ventos levantar das noites
Todas as sombras do meu caminho,
E traz-me somente á mente...
Uma terra de luz, á inocência dos meus dias.
                                               post de- Moisés Correia-

sexta-feira, 14 de outubro de 2011

Violoncelo

“Chorai arcadas
Do violoncelo!
Convulcionadas,
Pontes aladas
De pesadelo…”
“De que esvoaçam,
Brancos, os arcos…
Por baixo passam,
Se despedaçam,
No rio, os barcos.”
“Fundas, soluçam
Caudais de chôro…
Que ruínas, (ouçam)!
Se se debruçam,
Que sorvedouro!…”
“Trémulos astros…
Solidões lacustres…
- Lemes e mastros…
E os alabastros
Dos balaústres!”
“Urnas quebradas!
Blocos de gêlo…
- Chorai arcadas,
Despedaçadas,
Do violoncelo.”
(Camilo Pessanha)
  
post de integrity love unity

domingo, 28 de agosto de 2011

Frases e imagens românticas


Vem...
Você bem sabe que aqui é o seu lugar
E sem você consigo apenas compreender
Que sua ausência faz a noite se alongar

Vem...
Há tanta coisa que eu preciso lhe dizer
Quando o desejo que me queima se acalmar
Preciso de você para viver

É noite amor
E o frio entrou no quarto que foi seu e meu
Pela janela aberta onde eu me debrucei
Na espera inútil e você não apareceu

Você já me esqueceu
E eu não vejo um jeito de fazer você lembrar
De tantas vezes que eu ouvi você dizer
Que eu era tudo pra você

Você já me esqueceu
E a madrugada fria agora vem dizer
Que eu já não passo de nada pra você
Você já me esqueceu

Você já me esqueceu
Você já me esqueceu....

(Roberto Carlos)   post de olhar feminino
Me chame do que quiser
Se parece ingênuo que eu acredite nas pessoas, que me chamem de tola.
Se parece impossível que eu queira ir onde ninguém conseguiu chegar, que me chamem de pretensiosa.
Se parece precipitado que eu me apaixone no primeiro momento, que me chamem de inconsequente.
Se parece imprudente que eu me arrisque num desafio, que me chamem de imatura.
Se parece inaceitável que eu mude de opinião, que me chamem de incoerente.
Se parece ousado que eu queira o prazer todos os dias, que me chamem de abusada.
Se parece insano que eu continue sonhando, que me chamem de louca.
Só não me chamem de medrosa ou de injusta. 
porque eu vou à luta com muita garra e muita vontade de acertar.
E foi lutando que eu perdi o medo de ser ridícula. de ser enganada. de ser mal entendida.
Perdi, na verdade, o medo de ser feliz.
Não me incomoda se as pessoas me veem de forma equivocada.
O importante mesmo é como eu me vejo...
Sem cobrança. sem culpa. sem arrependimento.
A gente perde muito tempo tentando agradar aos outros. tentando ser o que esperam de nós.
Eu sou o que sou e não peço desculpas por isso.
No meu caminho até aqui, posso não ter agradado a todo mundo, 
mas tomei muito cuidado para não pisar em ninguém.
Sendo assim, me chame do que quiser, eu não ligo...
Porque eu só atendo mesmo quando chamam pelo meu nome, 
que eu tenho o maior orgulho de carregar.
Autoria: Lena Gino     post de olhar feminino